A asma é a doença respiratória crônica mais comum na infância. Com diagnóstico correto e tratamento adequado, a criança asmática tem qualidade de vida plena — inclusive para praticar esportes.
A asma é uma inflamação crônica das vias aéreas que causa episódios recorrentes de chiado no peito, tosse seca (especialmente à noite e de madrugada), falta de ar e sensação de aperto no tórax. Os sintomas variam de dia para dia e tendem a piorar com exposição a gatilhos.
A condição tem origem multifatorial — genética, alergias e fatores ambientais — e afeta cerca de 10% das crianças brasileiras. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar crises graves e danos permanentes ao pulmão em desenvolvimento.
O diagnóstico é clínico — baseado nos sintomas, histórico familiar e resposta ao tratamento. A partir dos 5–6 anos, a espirometria infantil confirma a obstrução das vias aéreas e permite monitorar a evolução.
O tratamento é individualizado e divide-se em:
Com tratamento correto, a criança asmática pode e deve praticar atividade física — inclusive esportes competitivos.
Não. O broncodilatador inalatório (bombinha de alívio) não cria dependência física. O que acontece é que, se a criança precisa usá-lo com muita frequência, é sinal de que a asma está mal controlada e o tratamento preventivo precisa ser ajustado.
Sim, e é altamente recomendado. Atividade física regular melhora a capacidade pulmonar e reduz a frequência das crises. Com o tratamento adequado e, quando necessário, uso do broncodilatador 15 minutos antes do esforço, a criança pode praticar qualquer modalidade esportiva.
Parte das crianças, especialmente as que têm asma leve, ficam assintomáticas na adolescência. No entanto, a predisposição permanece e os sintomas podem retornar na vida adulta. Por isso o acompanhamento e o controle contínuo são importantes, independentemente da melhora dos sintomas.
A Dra. Isabella realiza avaliação completa, espirometria e plano de tratamento individualizado para cada criança.
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